domingo, 20 de maio de 2018

BIOMAGNETISMO: CURSO TEÓRICO E PRÁTICO PARA TERAPEUTAS EM VARGINHA




Para maiores esclarecimentos, acesse o link:

BIOMAGNETISMO A TERAPIA DO EQUILÍBRIO 
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CRISE ALAVANCA O COMÉRCIO DOS MISERÁVEIS


Produtos perto de vencer


Orçamento apertado e o desemprego ajudam a explicar a popularidade dessa modalidade, onde os descontos podem chegar a 90%


O volume alto e o ritmo frenético da música ambiente parecem comandar o movimento das vendas do Mega Mix, um mercado na Vila Sabrina, na zona norte de São Paulo, que só vende produtos com prazo de validade próximo do fim.
Lá, enquanto levas de clientes se acotovelam nos corredores apertados, os valores são dinâmicos: conforme o dia passa, aumenta o risco de encalhe, o que faz o preço cair. Depois das lojas de R$ 1,99 e dos atacarejos, a crise impulsionou esse tipo de varejo, conhecido como “vencidinhos”, especializado em pechinchas.

A alguns quilômetros do Mega Mix, o quadro se repete no Mercado Vanessa, no Jardim Santo Elias, zona oeste. “Aqui é uma bolsa de valores: de manhã o preço é um e, à tarde, outro”, conta Dayana Ferraz Primarano. Ela, que administra uma das três lojas da família, todas voltadas para esse nicho, negocia com a indústria diariamente. “Cheguei a comprar leite a dois dias de expirar a validade e vendi o litro a R$ 1.” Nesse caso, o desconto foi de mais de 50% para o consumidor em relação ao preço normal.


O orçamento apertado nos últimos anos e agora o desemprego elevado que persiste ajudam a explicar a maior popularidade desse tipo de comércio, onde os descontos podem chegar a 90%. Há lojas de médio e de pequeno portes que chegam a atender cinco mil pessoas mesmo durante a semana. No sábado, o dia mais forte do varejo, esse número sobe para 10 mil.

Esses mercados comercializam, principalmente, marcas líderes de itens refrigerados e congelados, como iogurte, pratos prontos, salsicha, mortadela e presunto de Parma. É possível achar 300 gramas de queijo brie, por exemplo, a R$ 2,50.

Institutos de pesquisa e associações do setor não têm dados sobre quanto as lojas “Fifo” movimentam. Assim, elas são conhecidas pela indústria, em alusão ao método de controle do estoque que leva em conta que o primeiro produto que entra no depósito, isto é, o mais antigo, também é o primeiro que sai – “first in, first out”.

A maioria dos itens vendidos nessas lojas, normalmente localizadas fora da área de influência das grandes redes de supermercados, é o encalhe da indústria. A sobra de mercadorias nos depósitos das fábricas ocorre porque os fabricantes erraram a mão nas quantidades produzidas ou porque determinado item não emplacou.

Na mais antiga loja do ramo, a Vovó Zuzu, há 16 anos no Parque Dom Pedro II, região central, a procura aumentou tanto nos últimos dois anos que os donos precisaram ampliar o espaço em 30% – hoje, ela ocupa 1,5 mil metros quadrados – e estender o horário das 6h até a meia-noite. “É cheio de gente o tempo todo”, conta o gerente Vanderli Santana.

“No ano passado, inauguramos um corredor de 30 metros só para os iogurtes e os congelados, que são nosso carro-chefe, e ampliamos o horário de funcionamento para o Natal. Acabou que o espaço já está pequeno de novo e não conseguimos mais retornar ao horário das 8h às 22h.”

O segredo desse tipo de negócio está em calibrar o tamanho do desconto com o prazo de validade para vender rapidamente grandes quantidades e zerar os estoques. Na Vovó Zuzu, dos 300 funcionários, 30 têm a tarefa única de ficar de olho nas prateleiras e acompanhar o prazo de validade.

Algumas dessas lojas só vendem à vista, pois têm prazo curto, no máximo de uma semana, para pagar a indústria. Segundo Ancelmo Santos do Nascimento, gerente do Mega Mix, o lucro é pequeno, mas o ganho está no volume. “O produto chega hoje, a gente trabalha com 5% de margem. Não vendeu, no outro dia cai para 3%. Se demorou na gôndola, a ordem é liquidar, vender mesmo com prejuízo para não jogar no lixo”, reforça Santana, da Vovó Zuzu.

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, a chave desse negócio é a agilidade. “Esse é um varejo de alto risco, no qual a perda sempre é iminente se o produto encalhar. Esse tipo de loja é uma tendência mundial”, diz. Aqui, ela ganha dia a dia novos consumidores por causa da crise e também porque no Brasil a quantidade de produtos com prazo de validade é maior do que em outros países.


Terra explica que esse formato de loja é favorável para a indústria: reduz as perdas dos fabricantes com o encalhe e não canibaliza o seu público-alvo. “Essas lojas vendem para os consumidores das classes de menor renda que não comprariam esses itens.”

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) informou, por meio de nota, que não monitora dados sobre a venda de produtos com validade próxima ao vencimento.

Os maiores fabricantes do País não detalham o funcionamento desse mercado. Procuradas, Nestlé, BRF e J. Macêdo confirmam que comercializam diretamente com essas lojas, mas não atribuem a prática à necessidade de reduzir estoques. As empresas não concederam entrevista. A Lala, dona da marca Vigor, disse que não localizou um porta-voz para tratar do assunto. A JBS não retornou os pedidos de entrevista. 

Dê: EM

sábado, 19 de maio de 2018

HÁ POSSIBILIDADE DE GEADAS PARA A REGIÃO DA PRINCESA DO SUL DE MINAS

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

VEREADORES VISITAM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DA EUROFARMA

Em atuação no Município há cerca de dois meses, empresa espera faturamento de R$ 2 bilhões ao ano
Na tarde desta quinta-feira (17), o presidente da Câmara de Varginha, vereador Leonardo Ciacci e os vereadores Buiú do Ônibus, Delegado Celso Ávila, Dudu Ottoni, Joãozinho Enfermeiro e Zacarias Piva foram convidados para conhecer as instalações da Eurofarma.
O centro de distribuição da Eurofarma fica no Porto Seco do Sul de Minas e já está em atuação na cidade desde março deste ano, gerando cerca de 100 empregos diretos. O faturamento é de cerca de R$ 175 milhões.  “A visita foi muito importante e ficamos muito impressionados com a grandiosidade da empresa. A estrutura que o Porto Seco oferece é um diferencial para Varginha e região e isso propicia que empresas da grandiosidade da Eurofarma, possam desenvolver suas atividades aqui no nosso Município. A Câmara sempre apoiará a geração de emprego e renda para Varginha e hoje essa visita serviu para reforçar nosso compromisso”, disse o presidente da Câmara, Leonardo Ciacci.
Além dos vereadores, também participaram da visita representantes do Executivo.
A multinacional Eurofarma, juntamente com a Momenta Farmacêutica, distribuem para todo o Brasil, a partir de Varginha, 100% das vendas ao canal varejo, que incluem os produtos de prescrição médica e genéricos.
EUROFARMA
Primeira multinacional farmacêutica de capital 100% brasileiro, a Eurofarma tem cerca de 6,5 mil colaboradores e está presente com operações próprias em 20 países da América Latina.
Dê: Asscom/CMV

DEVE CHOVER EM VARGINHA... NÃO ESQUEÇA O GUARDA CHUVAS.

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EMPRESA PASSA A OPERAR VOOS COMERCIAIS E DE CARGAS NO AEROPORTO DE VARGINHA

Foto aérea do balizamento


O prefeito Antônio Silva e o vice-prefeito Vérdi Melo receberam na quinta-feira, 17, a visita de Wendel dos Reis Araújo, Diretor Comercial da TwoFlex Táxi Aéreo Inteligente, que está operando desde a semana passada com voos comercias e de cargas do Aeroporto Municipal de Varginha para o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte .
Há quase 20 anos no mercado, a TwoFlex , que é a maior operadora de táxi Aéreo do segmento, “levou em consideração a escolha pelo aeroporto de Varginha, o fator de ser o município referência para o Sul de Minas e para o Estado, além de  possuir um aeroporto estruturado e consolidado”, nas palavras de Wendel Araújo.
Desde que início os voos em Varginha, a empresa vem operando com voos comercias três vezes por semana (terça, quarta e quinta-feira), de Varginha com destino aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte às 9h15, e diariamente com voos de Cargas, para o mesmo destino, com saída de Varginha as 22h15, e capacidade para 500quilos de carga. Atualmente um de seus clientes é o laboratório Hermes Pardini.
“Esta é sem duvida uma grande conquistas para Varginha, que se consolida como polo na região e no Estado. Agora nossa expectativa é que tenhamos voos Varginha/São Paulo, que corresponderiam as expectativas da classe empresarial”, disse o prefeito Antônio Silva.
Assim como ele, o vice-prefeito Vérdi Melo reconheceu a importância da vinda da TwoFlex para Varginha. “Desde que assumimos a administração temos investido em melhorias no Aeroporto, que  passou por uma reestruturação, com novos e modernos equipamentos, mais recentemente recebeu novo sistema de balizamento, possibilitando voos diurnos e noturnos com segurança”, destacou.  A reunião contou com a presença do administrador do aeroporto, Rogério Evaristo e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Pedro Gazzola.

Dê:Asscom/PMV

quinta-feira, 17 de maio de 2018

ZÉ DIRCEU VOLTA PARA CADEIA PARA CUMPRIR 30 ANOS


O ladrão tem até às 17h desta sexta-feira para se entregar na sede da Polícia Federal em Brasília



O ex-ministro José Dirceu teve o pedido de prisão expedido nesta quinta-feira determinando que ele comece a cumprir a pena de 30 anos e nove meses , pela condenação na Lava-Jato. O ordem foi assinada pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal. Dirceu terá que comparecer  à carceragem da Polícia Federal, em Brasília, até às 17h desta sexta-feira. 

Dirceu foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro, em 1ª instância, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. 

O ex-ministro teve a pena aumentada pelo Tribunal de 20 anos e 10 meses para 30 anos, 9 meses e 10 dias.

O petista foi preso em agosto de 2015, por ordem de Moro. Em maio de 2017, o ex-ministro foi solto por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Dirceu está morando em Brasília e usa tornozeleira eletrônica.  

Por meio do embargo de declaração, a defesa questionava obscuridades nos votos dos desembargadores da Corte de apelação da Operação Lava-Jato.

No mês passado, a 4a Seção do Tribunal Regional Federal já havia negado os embargos infringentes.

A decisão de hoje do TRF-4 também alcança o empreiteiro Gerson de Mello Almada, ex-Engevix, e o lobista Antônio Guimarães Hourneaux de Moura.

Dê: AE